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Rua da Senhora do Socorro

por alho_politicamente_incorreto, em 30.01.09

Estrada da vergonha

 

  

Como já aqui denunciámos, a Rua da Senhora do Socorro é muita justamente a “estrada da vergonha” dado o estado de acelerada degradação a que tem sido sujeita. Aliado a esta evidência irrefragável, junte-se a ausência de um plano estratégico que valorize o emblemático “Bico do Monte”.

Com efeito, os acessos são parte determinante na valorização desta verdadeira sala de visitas de Albergaria. Aquela via, onde predominam residências que comprovam elevado investimento privado, parece somente transmitir uma forte impressão de desmazelo, a roçar a irresponsabilidade, bem ao jeito de uma mentalidade assente na máxima do “deixa andar”. Os passeios que obedeceram a apurados trabalhos topográficos são poucos e recentes porque a legislação assim o impôs aos construtores civis. Não há sinalização reguladora da velocidade nem tão pouco sistemas de escoamento das águas pluviais. Em bom rigor, troços há sem valetas.

Se acaso houvesse intenção ou vontade de valorizar a Senhora do Socorro, os autarcas teriam sido obrigados a pensar aquela zona enquanto referência estratégica. Tal obrigaria a edificar ciclovias, a plantar (e a manter!) canteiros e outros equivalentes verdes, a colocar bancos e pontos de água para os vários grupos de marcha ou de peregrinos que por ali passam. Junte-se a isto o mau serviço prestado em matéria de recolha de lixos sólidos. Com contentores despachados de outros lugares do concelho – conspurcados de grafitis e menorizados por mazelas várias – a rua fica frequentemente exposta a situações insalubres, mormente ao fim de semana e aos feriados, onde a zona fica, neste particular, entregue à sua sorte ou ao bom senso dos moradores. Numa urbanização recente, até escapou à edilidade a ausência de um espaço para colocação do necessário contentor. Por aqui se verá como a Câmara Municipal fiscalizará algumas obras…

Por fim, nota para o estado do pavimento. Miserável. Vergonhoso. Deplorável. Bem, desculpas e justificações falhas de razão não faltarão. Entre o presidente Agostinho Pereira e o vereador Laerte Pinto – este último com um desempenho político inusitadamente medíocre – até sobrarão argumentos: "as obras é que deixaram a estrada naquele estado; o tempo tem sido adverso" ou "um novo pavimento já está programado". Enfim, evasivas que  servem tão só para esconder, a todo o momento de uma qualquer estação do ano, o defeito de quem pecará por inacção e, infelizmente, não consegue ser criticado por (saber) fazer. Um novo pavimento, só por si, servirá, uma vez mais, para certificar uma lógica (muito) curta de pensar e de fazer as coisas. Mas assim se engana o Zé Povinho.

O certo é que os buracos deixam uma gravilha que pode ser projectada contra carros, pessoas ou outros bens. Enquanto esta inércia não custar dinheiro à edilidade, nada se resolverá.

José Manuel Alho

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Cartão de eleitor por pontos? Para já e em força!

por alho_politicamente_incorreto, em 26.01.09

 

Eleitores têm os políticos que merecem

 

Ouvi há bem pouco tempo a fabulástica proposta de os prezados concidadãos terem um cartão de eleitor por pontos. Concordo. Por mim, nem valia a pena realizar um referendo. Cartão de eleitor por pontos? Para já e em força!
Em boa verdade, parece haver quem por aí aparente ter o dito cartão como se de um prémio do há muito emblemático detergente JUÁ se tratasse. Simplesmente, degradante. É que estes sujeitos são excepcionalmente propensos a manobras perigosas. Diria mais: muito perigosas.
No papel do legislador, desenharia a seguinte moldura legal: em caso de 5 infracções GRAVES, isto é, votar alternadamente só no PS ou no PSD, o cidadão estaria inibido de votar nas duas eleições imediatamente subsequentes. Tratando-se de três infracções MUITO GRAVES, isto é, ter votado exclusiva e consecutivamente ou no PS ou no PSD, proceder-se-ia à cassação automática do cartão de eleitor. As consequências dos actos destes indivíduos na sinistralidade nacional que todos enfrentamos (sentimos), têm de ser combatidas com tolerância zero. Não há país que aguente. Temos de pôr mão nisto. Chega a ganhar contornos de imperativo nacional.
Com efeito, acabamos por ter não só os políticos que elegemos mas também os que merecemos, tão reiteradas serão as nossas manifestações de ingenuidade. Vivemos o tempo em que os decisores políticos já ultrapassaram o mero “esquecimento” das promessas feitas em período eleitoral. Não. Agora é o tempo em que os responsáveis deste país aparentam ousar fazer o inverso do que prometeram.
Numa entrevista recente do nosso Primeiro, escutei, siderado, a ambição de ter (novamente) uma maioria absoluta. Houvesse humildade e até uma ponta de realismo...
É como se antes de uma noite amorosa, proclamássemos ao mundo que queremos bom sexo. Não é possível. Não é coisa que se peça. Depende. Está fora (só) da nossa vontade. Não é realista como não é pragmático ir além de um pedido de triunfo eleitoral. Vencer deveria bastar. Mas não. Pretende-se uma vitória absoluta.
A confiança, a roçar quiçá o deslumbramento sobranceiro, dá nisto. O povo habituou mal estes políticos carreiristas. Basta pedir e… zás!
Eu também gostava de pedir melhor remuneração e de ter obrigações fiscais simbólicas. Mas não o faço nesta conjuntura. Não seria humilde e realista da minha parte. De igual modo, quando se mente ao ponto de fazer o inverso do que se prometeu, cumpriria usar de – vá lá… - um moderado bom senso.
Se calhar, te(re)mos mesmo os políticos que merecemos e que tão mal habituámos.
Mas isto é só o Zé a falar…
José Manuel Alho

 

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Inovações

por alho_politicamente_incorreto, em 21.01.09

Novidades no Blog do ALHO

 

O tempo já decorrido desde Agosto passado tem exigido aperfeiçoamentos de ordem vária. O blog do ALHO tem traçado o seu caminho à custa não só de sugestões, mas também de um apurado sentido crítico dos seus visitantes.

 

Com a votação online abriu-se uma importante janela que promoveu uma interactividade até então inexistente. A partir de hoje, somam-se novas aplicações/funcionalidades, inseridas na barra lateral direita.

 A saber:

  • Imprensa HOJE (primeiras páginas, em formato digital, dos principais jornais nacionais, regionais e locais);
  • Preços nas Bombas, com a informação actualizada, de hora a hora, do preço médio do combustível em Portugal Continental;
  • Localização, por satélite, dos visitantes online deste Blog, da geovisite.com;
  • Ligação directa, via internet, à SICNotícias;
  • Os Números da Sorte com a divulgação actualizada das chaves do EuroMilhões, Loto e Loto 2.

 

 

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A propósito de uma das lutas dos Professores

por alho_politicamente_incorreto, em 16.01.09

 

Avaliar professores é fácil?

 Por JOÃO RUIVO
 
Não! A avaliação de professores não é uma tarefa simples. Que o digam os supervisores que, durante décadas, promoveram a formação inicial e permanente dos nossos docentes. Para avaliar professores requerem-se características pessoais e profissionais especiais, para além de uma formação especializada e de centenas de horas de treino, dedicadas à observação de classes e ao registo e interpretação dos incidentes críticos aí prognosticados.

Cuidado com as ratoeiras! Quem foi preparado para avaliar alunos não está, apenas pelo exercício dessa função, automaticamente preparado para avaliar os seus colegas…

A avaliação de professores é uma tarefa complexa. Desde logo, requer um perfil específico do avaliador. Ou seja, nem todos os professores reúnem as condições para avaliarem. O avaliador terá que ser uma pessoa com conhecimentos especializados, com enorme sensibilidade, com capacidade analítica e de comunicação empática, com experiência de ensino e elevada responsabilidade social. Terá que ser um profissional que sabe prestar atenção, sabe escutar, sabe clarificar, sabe encorajar e ajudar a encontrar soluções, sabe dar opiniões, e que sabe ainda negociar, orientar, estabelecer critérios e assumir todo o risco das consequências da sua acção.

É necessário que domine com rigor as técnicas de registo e de observação de aulas, conheça as metodologias de treino de competências, os procedimentos de planeamento curricular, e as estratégias de promoção da reflexão crítica sobre o trabalho efectuado.

Escolher um avaliador obriga a uma selecção aturada, fundamentada, baseada em critérios de indiscutível mérito e, depois, a uma demorada formação específica e especializada. Para que uma avaliação tenha consequências, o avaliado não pode ter quaisquer dúvidas sobre o mérito do avaliador.

Avaliar é uma tarefa periscópica. O avaliador é chamado a pronunciar-se sobre inúmeros domínios sobre os quais se reflecte o pluridimensional acto de ensinar. Quando avalia, olha o professor sobre variadíssimos ângulos e prismas: aprecia o professor enquanto pessoa, como membro de uma comunidade profissional, como técnico qualificado na arte de ensinar e como especialista das matérias que ensina.

Por outras palavras o avaliador avalia o professor em vertentes tão diferenciadas quanto o são o seu ser, o seu saber e o seu saber fazer. Logo, o avaliador tem que estar atento a um grande número de variáveis que intervêm na função docente: variáveis de produto, de processo, de presságio, de carácter pessoal e profissional…

O avaliador recolhe elementos que permitam avaliar, e depois classificar, o professor enquanto tenta responder às seguintes questões: Onde ensina? O que é que ele ensina? Como é que ensina? O que aprendem os seus alunos? Como se auto avalia? Que capacidade tem para reformular a sua actuação? Com que profundidade domina as matérias que pretende ensinar?

O avaliador não trabalha com o professor apenas na sala de aula. Ele tem que apreender o modo como o professor se envolve com os seus alunos numa situação de classe, mas também como este se implica junto da comunidade escolar e na sociedade que envolve a escola. Porque trabalha com ele como profissional, mas também enquanto pessoa.

Formar um avaliador leva tempo, elevadas doses de paciência, muito treino e conhecimento especializado. A escolha de um avaliador não pode ser casual e, sobretudo, não pode depender de critérios político administrativos.

Porquê? Porque o avaliador tem que saber verificar não só o que os professores fazem, mas também como o fazem e, simultaneamente, garantir a melhoria da qualidade da sua intervenção na sala de aula, bem como a qualidade do produto, isto é, da aprendizagem dos alunos.
Por isso mesmo a avaliação de um professor não pode ser uma actividade episódica, pontual e descontinuada. A avaliação de um professor requer uma actividade continuada, porque importam mais as actividades de reformulação que venham a ser consideradas do que o simples diagnóstico da sua actual situação. A avaliação de um professor é então uma actividade projectada no futuro.

Avaliar um professor é, pois, dizíamos, uma tarefa muito, mesmo muito complexa. Simples, muito simples mesmo, é avaliar um ministro que pensa ser possível reduzir a avaliação dum professor a uma mera empreitada administrativa, compilada em duas páginas de panegíricos ou de recriminações.
João Ruivo
in Editorial
ruivo@rvj.pt
http://www.ensino.eu/home.html

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Detido responsável por roubos a caixas Multibanco em Albergaria

por alho_politicamente_incorreto, em 14.01.09

 

Um homem foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) pela presumível autoria de vários roubos, dois deles a duas caixas Multibanco em Albergaria-a-Velha.
O suspeito, que foi identificado e detido por alegadamente ter sido o responsável por vários crimes de furto qualificado, tem ainda sobre eles as acusações por posse de arma proibida e ainda resistência e coacção sobre um militar da GNR.
O detido de 40 anos já foi presente às autoridades judiciárias e, após um primeiro interrogatório, passou a estar em prisão preventiva.
Esta mesma investigação já levou, anteriormente, à detenção de mais 3 arguidos que se encontram em prisão preventiva e de um indivíduo sujeito a apresentações periódicas às autoridades.

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A Raiva matá-los-á

Mas a Morte libertar-vos-á

 
 
A mãe de Diogo, mulher com portentosa força braçal, que faz dela uma jóia da natureza em singular harmonia com as terras que cultiva, achou as queixas do filho - que agora constatara estar com febre - credoras da sua preocupação. Os gemidos de Diogo por culpa de umas estranhas mas constantes dores de cabeça condoíam o seu coração telúrico até porque o miúdo apresentava um mal-estar generalizado.
Neste últimos tempos e às horas das refeições, o tormento para o convencer a comer era crescente. Ele bem que se queixava que lhe doía a garganta e de não ter grande apetite. Nos últimos dias, até confessou à irmã que se sentia enjoado. Sofia, a mana caçula naquela tradicional família de agricultores, já confidenciara ao pai que estava difícil lidar com o irmão, com bruscas mudanças de comportamento, rematando “ela anda muito irritado!”.
Nesta situação que desassossega qualquer um, D. Alzira, a mão do nosso jovem Diogo, tomara a decisão de levar o rapaz ao Hospital. Eis se não quando ele, lá do fundo do curral, grita “venham cá!! Fui mordido por uma cobra! Depressa!!”. O pai chegara mas a cobra já se escapulira. Chamaram a ambulância. Durante a viagem, além de se queixar que parte da sua perna parecia estar anestesiada, só pedia à mãepara tomar conta do Afogado, o cão salvo pelo pai quando a morte quase o engoliu nas águas do rio lá da aldeia. Era ele o seu grande amigo, dos tais comparsas que se recrutam para as finas cumplicidades da vida. Além do Afogado, Diogo rogava protecção para os três canários cuja guarda sempre lhe coubera: Guloso (come que se farta!), Enjoado (quase que não come...) e Camarada, que está sempre pronto a ripostar aos estímulos do tratador.
Na unidade de saúde, os médicos procuravam investigar o tipo de cobra que o teria mordido. Só havia três hipóteses em função da especificidade daquele universo rural. Estabeleceram uma estratégia mas os fármacos não reverteram a situação. Instalara-se uma misteriosa apreensão. Os médicos sentiam estar numa encruzilhada. O tempo passava e Diogo estava já com a febre alta, delírios, contracções musculares e nem a água conseguia engolir.
Lá em casa, como que demonstrando uma dolorosa solidariedade, Afogado também havia mudado o seu comportamento. Procurava locais escuros para se abrigar, deixou de se alimentar e recusava atender aos (outros) donos da casa. O latido do cão era muito característico, emitido num duplo tom que jamais será esquecido por quem o ouviu. “O animal sente a falta do Diogo...” garantia o vizinho Armindo, enxugando com o lenço  os olhos enternecidos em razão de tamanha sensibilidade animal.
Ao fim de três dias, a consciência do nosso jovem estava prestes a abandoná-lo. Antecipava-se um quadro de coma. O sofrimento esgaçava até a equipa hospitalar que o acompanhava. Numa conversa mais séria e privada com a médica de família, que sempre merecera a empatia de Diogo, revela-se a verdade infelizmente tardia: Afogado tinha mordido o seu dono, que decidira poupá-lo ao abate. Ele sabia que o animal não estava inoculado com a competente vacina anti-rábica. Ironicamente, a Raiva estava a matá-los. Sim, porque a Raiva não tem cura. A morte é certa porque a propagação do vírus não poupa o cérebro.
Esgotados sete dias após o traiçoeiro ataque de Afogado, Diogo morreu. Afogado, que não conseguia locomover-se nem fechar o maxilar, babando-se copiosamente, enfrentou o tão temido abate.
No dia do funeral, Osvaldo, como pai enlutado, fez-se acompanhar de uma gaiola de madeira que ele próprio construíra. Lá dentro, espavoridos, estavam: Guloso, Enjoado e Camarada. O progenitor, chorando como uma criança, repousou a sua mão direita no caixão do filho e disse: “foste sempre um bom menino. A todos estimaste e protegeste, com carinhos e mimos, os que de ti dependiam. Restam estes canários. Vou libertá-los porque agora é que estariam presos.” Abriu a gaiola e e a multidão reunida no cemitério testemunhou a partida do trio que um dia foi livre sem conhecer os céus.
A Raiva matou uns mas a Morte libertou os outros.
José Manuel Alho
 
 
NOTA FINAL:Ainda que ficcionada, esta história aborda uma temática de interesse público. A Raiva é uma doença infecciosa aguda e fatal. O contágio dá-se pela saliva do animal que está com a infecção, principalmente pela mordida, mas pode ocorrer por arranhadura ou lambedura. O tempo médio de surgimento dos sinais de doença são de cerca de 45 dias no homem e até 2 meses nos animais. Os sintomas estão profusamente descritos na personagem do Diogo. A mortalidade da doença é de 100%. Aliás, o período de evolução do quadro clínico varia de 5 a 7 dias.
Para evitar-se a doença, é fundamental vacinar os animais susceptíveis, principalmente cães e gatos. Os animais apresentam como sintomas iniciais aqueles que Afogado manifestava: alteraações de comportamento, procura de lugares escuros para se abrigarem (Fotofobia), deixam de se alimentar, de beber água e de reagirem quando instados pelos donos. O latido ("duplo tom") de um cão com raiva facilita o diagnóstico da doença. Existem vacinas para cada espécie de animal.
Como já se fez notar, a Raiva, quando declarada, não é curável. Por isso, os meios profiláticos de vacinação são apenas preventivos e não curativos. Quando mordido por um cão suspeito de estar com Raiva, a vacinação subsequente do homem deve ser efectuada com máxima urgência de modo a que o organismo humano fabrique, a partir do estímulo da vacina, os anticorpos necessários à detenção da propagação do vírus em direcção ao cérebro.
Portugal, fruto de uma campanha de vacinação em massa, logrou erradicar este mal. Mas o risco persiste, em especial nos meios rurais.

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Campanha de Solidariedade da
EB 1 e JI do Curval foi um sucesso
Hoje, dia 6, pela manhã, o Jardim de Infância e a EB1 do Curval, da freguesia do Pinheiro da Bemposta, deslocaram-se a Albergaria-a-Velha a fim de procederem à entrega do produto final da tradicional campanha de solidariedade “Estender a Mão É Abrir o Coração”, destinado às crianças amparadas na AHMA (Associação Humanitária Mão Amiga), que consistiu na recolha de roupas e brinquedos usados.
Na oportunidade, além do corpo docente da escola do 1.º Ciclo, marcaram presença Mário Rui Lopes e Célia Mateus, presidente e vice-presidente respectivamente do actual órgão de gestão do Agrupamento Vertical de Escolas das freguesias do Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz, José Manuel Alho, o Coordenador de Estabelecimento e a Educadora Elsa Leite.
Recebidos por José Manuel Torres e Menezes, o emblemático timoneiro de tão arrojado empreendimento, foi tempo de os petizes conhecerem as recentes e absolutamente modelares instalações. Guiados pelas várias técnicas que, de modo multidisciplinar, acompanham aqueles menores, as crianças do Curval tiveram ensejo testemunharem os termos e os fundamentos das rotinas que ali se estabelecem em favor de um crescimento desejavelmente integral e harmonioso.
Na sua intervenção, o professor Mário Rui Lopes daria conta da sua “admiração pelo trabalho tão meritoriamente desenvolvido pela AHMA”, enfatizando “a necessidade de todos reforçarmos e adensarmos a rede social de apoio”. Neste particular, sublinhou “os proveitos decorrentes de uma articulação consequente com todos estes agentes sociais a que as escolas – realçou – devem estar receptivas, priorizando todos canais possíveis e imaginários de cooperação.” Por fim, o actual presidente do Conselho Executivo do Agrupamento do Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz deu conta da “honra que é para a nossa organização de escolas acolher no seu seio um estabelecimento de ensino atento e disponível para iniciativas de tão nobre alcance.” – finalizou.
Por seu turno, Torres e Menezes, pela AHMA, faria questão de “agradecer sensibilizado tão sincera manifestação de solidariedade para com o próximo”, lembrando que “é para nós um prazer colaborar com as escolas que, desta forma empenhada, tudo fazem para também fomentarem uma educação para os valores.” De seguida, referiu “a EB 1 e o JI do Curval como exemplos fiáveis de um comprometimento sério com o mundo social”.
A finalizar, foi tempo de as crianças, devidamente identificadas com as coroas dos Reis, cantarem para os residentes uma canção alusiva à quadra, num momento de entrega despretensiosa em favor do semelhante.

 

 

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Festa de Natal da EB 1e JI do Curval - Pinheiro da Bemposta

por alho_politicamente_incorreto, em 02.01.09

NOITE MÁGICA

No passado dia 19 de Dezembro, sexta-feira, pelas 19.45 horas, a EB1 e JI do Curval promoveram, no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Pinheiro da Bemposta, a edição 2008 da tradicional Festa de Natal.

Com o salão absolutamente lotado, a iniciativa esteve à altura das melhores expectativas atestando o arrojo e dedicação dos alunos e de todos os profissionais que para ela contribuíram activamente. Sem esquecer as notáveis prestações dos apresentadores Ana Lopes e Ricardo Silva, destaque para o filme projectado logo a abrir a festa, que a todos encantou e arrebatou.

As crianças tiveram desempenhos fantásticos - os petizes do Jardim de Infância conquistaram o público com a sua doce inocência - que certificaram o árduo trabalho que antecedeu a realização desta festa.

Marcaram presença neste evento os três elementos que integram o actual órgão de gestão do Agrupamento do Pinheiro da Bemposta, Palmaz e Travanca, docentes em representação das escolas de Areosa, Figueiredo, Palmaz e do JI de Figueiredo.

Por fim, registo para os apoios que viabilizaram esta Festa de Natal: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Junta de Freguesia de Pinheiro da Bemposta, Futebol Clube Pinheirense, Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB 1 do Curval (APEBC), Associação de Pais do Agrupamento de Escolas, Comissão de Pais do JI do Curval, OTL "O Abelhinha", Comissão Administrativa Provisória e Sigemaz.

 

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Votação online faz pensar...

por alho_politicamente_incorreto, em 01.01.09

Sim
7% (8)
 
Não
92% (110)
 
Talvez
1% (1)
 
 
TOTAL de votos
 100% (119)

 

Agostinho Pereira

longe de convencer

Na sequência da votação online que esteve disponível durante pouco mais de um mês no Blog do ALHO ("João Agostinho Pereira, actual presidente da edilidade, merece ser reeleito para novo mandato à frente da Câmara Municipal?"), ressalta uma evidência que promete suscitar alguma curiosidade, no início deste ano eleitoral: Agostinho Pereira (AP), actual presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e mais que provável recandidato a novo mandato – por sinal, o terceiro e último – merece, de um universo de 119 votantes, uma clara reprovação de 92% dos participantes.
Na verdade, só 7% (8) dos votantes votariam de novo em AP, numa inequívoca demonstração de frustração pelo desempenho do ainda presidente da edilidade albergariense. Apesar de a amostra poder ser susceptível de reparos de índole técnica, o certo é que se a tendência ora verificada fosse extrapolada, os resultados em pouco se distanciariam da realidade entretanto alcançada.
AP tem um problema de comunicação. Falta-lhe carisma a que se juntará um esgotamento político que se nos parece irrefragável. Não se lhe conhece pensamento político nem mensagem estratégica. A sua bagagem doutrinária será quase inexistente. Exceptuando Flausino Silva e Licínio Pimenta – vereadores com prestações assinalavelmente positivas – o que restará será uma desoladora impressão a fracasso.
AP, a par do vereador Laerte Pinto – um regresso político falhado, com um desempenho inusitadamente confrangedor – estará limitado por uma imagem que, apesar de combatida, não deixará de ser tida em conta pelos mais atentos: ausência de um plano integrado de desenvolvimento concelhio que defina Albergaria-a-Velha como referencial de progresso sustentado.
Mas  a procissão vai ainda no adro. Os próximos meses ajudarão a clarificar intenções. Esperar-se-á muito mais da oposição local. A ver vamos.

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